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Quinta de Sacais

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A quinta de Sacais chamou-se “Quinta do Captivo” por haver pertencido ao Bispo do Porto D. Aires da Silva que em Alcácer Quibir, tombou gloriosamente ao lado de D. Sebastião, mas que, durante largo tempo, se julgou estar cativo dos mouros. Só a partir do século XVIII é que se passou a chamar quinta de Sacais. O Padre Agostinho Rebelo da Costa escreveu que, pegado à quinta de Sacais, existia uma outra pertencente ao irmão de Nicolau Francisco Guimarães, António José, "e que em tudo lhe é igual, ou seja em situação e grandeza". Na verdade a referida quinta era mais modesta e a casa menos rica. Trata-se da casa onde hoje se encontra o Museu Militar do Porto, situado na rua do Heroísmo. Em 24 de Março de 1914 foi assinado um contrato de arrendamento do palacete e quinta de Sacais para a instalação do Paço Episcopal e residência de D. António Barroso, tomando o compromisso do pagamento da renda e outras despesas. Este palacete pertencia, nessa altura, aos irmãos António e Francisco Borges, fundadores do portuense Banco Borges & Irmão, nacionalizado em 1975 e comprado pelo BPI em 1989. D. António Barroso ocupou-o até à sua morte em 31 de Agosto de 1918. O seu sucessor, D. António Barbosa Leão, aí residiu desde a sua entrada solene, a 08 de Setembro de 1919 até ao final desse ano, quando o Paço Episcopal passou para a casa dos Terenas (edifício localizado mesmo em frente à entrada principal do Palácio de Cristal). Após a proclamação da República, são abertas a Avenida de Camilo e a rua de António Granjo, cortando grande parte da antiga quinta (Fonte: Jorge Ricardo Pinto (2011), Bonfim - Território de Memórias e Destinos).

Morada: Rua de António Granjo, 219-243, 4300-096 Porto

 

Coordenadas GPS: 41.1480664, -8.5955105

 

Horário: -

 

Custo: -

 

Contactos: -

 

Website: -

 

Acessível a pessoas com mobilidade reduzida: Sim